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ERP: a ferramenta da integração

O sistema ERP em uma tradução literal para o português pode ser compreendido como: Planejamento de Recursos Empresariais. Sua utilização pelas empresas brasileiras iniciou-se em grande escala no início dos anos 90, ou seja, há quase duas décadas, em um cenário no qual as organizações eram forçadas a aumentar a sua capacidade de produção e gerar de novos produtos e serviços. Para que isso ocorresse havia a necessidade de uma gestão pró-ativa que controlasse a cadeia produtiva de uma forma mais efetiva.
Hoje, esses sistemas integrados de gestão atingem apenas 55% das empresas nacionais, segundo dados do IDC. Neste sentido os ERPs, para muitos, ainda são uma caixa preta e são utilizados, em vários casos, na sua forma básica ou sem explorar a potencialidade que as ferramentas oferecem, o que compromete os valores investidos.
Algumas empresas ainda preocupam-se em eliminar ou diminuir a quantidade de papéis ou apenas em informatizar os sistemas de produção, quando na verdade os ERPs disponibilizam uma infinita gama de possibilidades para melhorar a gestão empresarial. Uma empresa para sobreviver no mercado deve priorizar a agilidade na produção, no atendimento ao cliente e até na logística de entrega dos produtos e serviços. Com a integração das atividades em um único sistema é possível fazer tudo isso e ainda acompanhar o que ocorre em tempo real.
Integrar as áreas de vendas e distribuição, serviços, controladoria, finanças, gerenciamento do "chão de fábrica", recursos humanos é uma tarefa, que em primeira instância, necessita do conhecimento minucioso do fluxo de negócios e atividades. É nesta hora que os processos internos devem estar bem elaborados e também abertos a qualquer mudança, pois a tecnologia é base de sustentação da empresa.
Há quase duas décadas, estamos trabalhando com os ERPs. É claro que tivemos várias atualizações, melhorias indiscutíveis, que contribuíram muito para a gestão das empresas, mas ainda falta muito e isso é uma questão que deve ser resolvida pela própria empresa que o implanta e executá-lo de acordo com as necessidades da organização.
O que ainda assusta os empresários na verdade são os valores investidos em TI, em sistemas de gestão. Investimentos, que serão revertidos posteriormente, pois haverá a otimização de processos, satisfação do cliente e uma empresa até mais enxuta. O que deve assustar mesmo são os processos internos lentos, erros de implementação e má gestão do sistema.

Miguel Ruiz é Bacharel em Administração de Empresas e Processamento de Dados pela PUC- Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Pós-graduação em Sistemas de Informação. Fez carreira em empresas multinacionais. Foi gerente de Informática da Valeo Sistemas Automotivos e fundou a MR Consultoria, empresa atuante no segmento de outsourcing de TI – Tecnologia da Informação.



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